Queridos alunos e amigos...


A CRIATIVIDADE É UMA FORÇA QUE DORME DENTRO DA GENTE!


MAS, PODE SER ACORDADA DE VÁRIAS MANEIRAS


PORÉM, MOTIVAÇÃO E EXPERIMENTAÇÃO SÃO OS PRINCIPAIS INSTRUMENTOS PARA ESSE "ACORDAR"!

SEJAM BEM VINDOS!


PROFESSORA ROSANE SANTOS

sábado, 4 de setembro de 2021

Experimento 2: COMPROVANDO A DIFERENÇA ENTRE SENSAÇÃO TÉRMICA,

TEMPERATURA, CALOR E EQUILÍBRIO TÉRMICO

PROFESSORA ROSANE SANTOS

Introdução:

    É possível demonstrar que sensação térmica, temperatura, calor e equilíbrio térmico, são conceitos completamente diferentes. Isso pode ser comparado por meio de um experimento bastante simples, realizado pelo filósofo John Locke (1623-1704), sobre a transferência de calor.

        Neste experimento será verificado a temperatura de dois corpos utilizando um dos sentidos humanos - o tato. E, as diferentes formas de se sentir, a troca de calor.

Objetivos:

·      Diferenciar sensação térmica e temperatura.

·      Compreender o que é equilíbrio térmico.

Estratégias e recursos da aula:

·         Atividade de investigação / Questionamentos / Exibição de vídeo ou álbum de fotografias.

Material:

·       Três recipientes do mesmo tamanho.

·       Água (fria, morna e quente)

Procedimento:

        ·      Coloque uma das mãos na água fria e a outra na água quente durante uns 30 segundos (Fig. 3).

·      Coloque as duas mãos na água morna (Fig. 4) por no máximo dez segundos.

 Conclusão: Fazer um “Relatório” respondendo as seguintes perguntas:

         ·       O que aconteceu quando foram colocadas as duas mãos na água morna?

        ·        O que foi sentido em cada mão?

        ·       A mão direita recebeu ou perdeu calor? E a esquerda?

        ·       Por acaso a temperatura da água (a sensação térmica) está diferente para cada mão?

        ·     Descreva os conceitos de: sensação térmica, temperatura, calor e equilíbrio térmico.

Experimento 1 – MÁQUINAS MODERNAS E O DESAFIO DA SUSTENTABILIDADE

professora rosane santos

 

Introdução:

 

             As máquinas estão cada vez mais adaptadas para atender às necessidades da sociedade. A geração atual tem um grande desafio a­o: desenvolver máquinas que não dependam apenas de petróleo e carvão mineral, recursos naturais não renováveis. Assim, o desenvolvimento de máquinas que utilizem fontes renováveis é muito importante, pois conserva os recursos naturais e ameniza os impactos ambientais decorrentes do uso de petróleo e carvão mineral, contribuindo para o equilíbrio dos ecossistemas.

             O termo sustentabilidade começou a ser propagado na década de 1980, quando se intensi­ficou o debate global sobre as problemáticas ambientais, como as mudanças climáticas, a perda de biodiversidade e a degradação dos recursos naturais.

              A manutenção preventiva é um conjunto de ações de controle e monitoramento aplicadas para conservar um determinado bem nas melhores condições possíveis. Por isso, é uma estratégia voltada a bens móveis como do seu automóvel. É melhor “prevenir é melhor do que remediar”. Assim, quando adotamos uma postura preventiva, estamos nos colocando em posição de evitar que um mal maior aconteça.

 

Objetivo:

 

·         Minimizar a possibilidade de interrupção imprevista de uma linha de produção ou de grandes avarias, descobrindo eventuais condições que possam levar a isso e tornar o automóvel, sempre pronto para uso. Além de manter a eficiência produtiva dos equipamentos e máquinas em níveis ideais de sustentabilidade.

 

Material:

 

·         Pedaço de tecido de algodão.

·         Elástico ou barbante prender o tecido no cano de descarga do carro.

 

Estratégias e recursos da aula:

 

·         Atividade de investigação.

·         Questionamentos.

·         Atividades individuais.

·         Exibição de vídeo ou álbum de fotografias.

 

Procedimento:

 

·         Amarrar o tecido de algodão com o barbante no cano de descarga do carro do seu responsável que será utilizado.

·         Após algum tempo, esperar o cano de descarga esfriar e retirar o tecido.

·         Fazer observação: O que aconteceu?

·         Fazer relatório (aula remota – postar foto no Teams / aula presencial – entregar em folha de tarefa).

 

 

Conclusão: Fazer um “Relatório” respondendo as seguintes perguntas:

 

·      O tecido saiu limpo ou sujo?

·      Se saiu sujo, por que você acredita que isso acontece?

·      Se sair uma fumaça preta e manchar o tecido, por que isso aconteceu?

·      Como é formada a fumaça preta que sai pelo cano de descarga de alguns carros?

·      Você acredita que essa fumaça preta que sai pelo “escapamento” incomoda as pessoas? Justifique.

·         O que poderia ser feito para resolver esse problema?


 

AULA PRÁTICA: TESTANDO A EFICÁCIA DOS DESINFETANTES

PROFESSORA ROSANE SANTOS

 

INTRODUÇÃO

 

É muito comum a utilização de desinfetantes para deixar os ambientes limpos e cheirosos. Mas será que esses produtos são realmente eficientes para a eliminação de microrganismos?

Com esse teste descrito logo a seguir, você poderá avaliar essa eficiência, observando a presença de microrganismos em superfícies, antes e depois do tratamento com desinfetantes.

 

MATERIAL:

 

·    Desinfetantes de diversas marcas

·    Placas de Petri com meio de cultura (Fase 1)

·    Swabs (espécies de cotonetes utilizados para Meios de cultura) ou cotonetes

·    Sal – 1 Kg

·    Solução salina estéril (ferver a água e colocar sal)

·    Álcool ou desinfetante ou água sanitária ( 1 copo)

·    Vela - 1 unidade

·    Fósforo – 1 caixa

 

PROCEDIMENTOS:

 


FASE 1 – PREPARO DOS MEIOS DE CULTURAS E PLACAS

 

1.     Gelatina incolor (1 unidade).

2.     Caldo de carne. (1 xícara - pode ser caldo Knorr dissolvido em água quente)

3.     Água (1 copo)


PREPARO:

 

1.     Dissolver a gelatina incolor na água, conforme instruções do pacote. Misturar ao caldo de carne.

2.     Distribua os meios nas placas de petri e identifique-as como área suja e área tratada com desinfetante

e controle.

 

FASE 2 – SELEÇÃO DO DESINFETANTE E ÁREA A SER TESTADA

 

. Escolha um ou mais desinfetantes. 

. Você poderá testar qualquer superfície como: chão, bancadas, mesas, pias, maçanetas, bebedouros, etc. 

. Na superfície escolhida devem ser marcadas duas áreas de aproximadamente 10 cm2.

. Uma área, denominada “limpa”, que será tratada com álcool, desinfetante e/ou água sanitária, durante 10 a

15 minutos, e outra área, denominada “suja”, onde não será aplicado esse produto.  

 

Fase 3

 

·       Próximo da chama da vela , molhe o cotonete na solução salina e passe na “área suja”.

·       Depois passe o cotonete no meio de cultura.


FASE 4

 

·       Na “área limpa” coloque um pouco do desinfetante e espalhe. Deixe agir por 10 a 15 minutos.

·       A seguir, molhe outro cotonete na solução salina e passe na área.

·       Realizado esse procedimento guarde as placas e após uma semana observe o crescimento Microbiano.

 

FASE 5

·       Se forem usados mais de um desinfetante, na placa você deverá colocar o nome do desinfetante para que se possa identificar no final.

  

EXEMPLOS DE RESULTADOS:

 

·       Primeiro desinfetante – NOME DO DESINFETANTE - (eliminação completa de microrganismos ou não)  

·       Segundo desinfetante – NOME DO DESINFETANTE - (foi ou não foi completamente eficiente)

·       Superfície tratada com Álcool (eficiente ou não)

 

FASE 6 – o que aconteceU? (ESTE RESULTADO REFERE-SE AS PLACAS ABAIXO)

Ao analisar as fotos observamos que, mesmo após o tratamento com os produtos desinfetante, houve crescimento de alguns organismos, mas, em geral, houve eliminação significativa de bactérias e fungos.

·       O primeiro desinfetante testado – NOME DO DESINFETANTE - eliminou totalmente os organismos na área tratada.

·       O segundo desinfetante não foi 100% eficiente. Mesmo após o tratamento da área com o produto foi possível o crescimento de uma colônia bacteriana (em destaque na foto).

·       O mesmo aconteceu com o tratamento com o álcool - na área tratada - houve crescimento de uma colônia de fungo.

 

Podemos ver que realmente os desinfetantes são muito eficientes, mas nem todos são capazes de eliminar completamente os microrganismos. Isso ocorre porque esses produtos destroem as formas mais abundantes dos microrganismos (as formas vegetativas), mas as formas mais resistentes (esporuladas) nem sempre são eliminadas.

LEMBRE-SE... 

NÃO PODE HAVER BOM RESULTADO ONDE A DEDICAÇÃO NÃO ACOMPANHA A EXECUÇÃO.


 

reconhecendo o reino animal e o reino vegetal

PROFESSORA ROSANE SANTOS

             Como podemos organizar os animais para facilitar seu estudo? A tabela abaixo traz algumas espécies de animais. Pesquise-as e preencha as informações sobre cada uma. Depois, organize esses animais em grupos de acordo com características comuns. Justifique sua organização.

       Observação: É importante ressaltar que os sistemas mais modernos de classificação biológica consideram a história evolutiva dos organismos (sistemas de classificação naturais), não apenas as características morfológicas e comportamentais (sistemas de classificação artificiais).

 

 

Animal

Modo de vida:

livre ou parasita?

Aquático ou terrestre?

Locomove-se ou

vive fixo (Séssil)?

Como se locomove?

De que se alimenta?

É herbívoro,

carnívoro ou

 onívoro?

Como se reproduz?

De forma

assexuada

ou sexuada?

 

 

Água-viva

 

 

 

Livre.

Aquático.

 

 

 

 

 

 

Minhoca

 

 

 

Rasteja no interior da terra.

 

 

 

Tênia

 

 

 

 

 

Parasita.

Alimenta-se de nutrientes do intestino do hospedeiro

 

 

 

Esponja

 

 

 

 

Assexuada

e

sexuada

 Que tal investigar os grupos vegetais na prática?

Vamos fazer uma aula para observar diferentes vegetais ao nosso redor.

Façam registros tomando notas sobre as características de cada um: estruturas da planta que observa (flor, fruto, semente, folha), hábitat, interação com outros seres vivos e características do local (úmido, ensolarado, sombreado, seco).

Observe e anote dois vegetais diferentes, que poderão ser um de cada grupo (briófita, pteridófita, gimnosperma e angiosperma).

Preencha com as informações que observou e investigue o que não souber responder.

Para cada vegetal, faça um desenho explicativo.

 

 

vegetal

 

Estruturas

 

Características

da planta

 

 

Hábitat e

grupo vegetal

 

 

Como se reproduz?

 

 

 

samambaia

 

 

 

 

Não têm semente, flores e frutos.

 

 

 

 

 

 

 

musgo

 

 

 

 

Plantas pequenas.

Têm células reprodutivas (gametas) que se unem na fecundação

 

Em ambientes umidos

 

Pteridóficas

 

 

 

 

 

fOLHAS

(acerola)

 

 

 

 

 

 

Todos os ambientes do planeta.

 

Angiospermas

 

 

  

PINHA

(SEMENTES DA araucária ou pinheiro do paraná)

 

 

 

 

Seus vasos condutores são  mais desenvolvidos e permitem maior captação de nutrientes. Têm sementes, mas não têm flores nem frutos.

 

Algumas espécies atingem  metros de altura e grandes diâmetros.  Parte das  folhas adaptadas para suportar climas  amenos e frios, evitando danos pelo frio e reduzir a taxa de transpiração, colaborando para a economia de água nas estações com baixa pluviosidade.

 

 

As araucárias são pinheiros nativos típicos da Região Sul do país

 


Gimnosperma

 

Quando os cones ou estróbilos femininos, são fecundados pelos grãos de pólen do estróbilo ou cone masculinos, formam-se os pinhões..