| Densidade dos Líquidos | |
| Resumo | |
| A densidade determina a quantidade de matéria que está presente em uma unidade de volume. De forma prática, o experimento elucida a teoria de maneira a fazer os alunos se questionarem porque um liquido flutua sobre o outro mostrando que a mesma quantidade de volume de diferentes líquidos podem possuir diferentes pesos. | |
| Objetivos | |
| Possibilitar que os alunos questionem, analisem e compreendam porquê alguns líquidos flutuam sobre outros. | |
| Estrutura da Atividade | |
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| Organização da Classe | |
| De acordo com os materiais disponíveis, sejam eles trazidos pelos alunos ou cedidos pela escola, a classe pode ser organizada em pequenos grupos (máximo 5 alunos) para facilitar a visualização dos resultados obtidos pelo experimento. | |
| Formas de Registro | |
Antes de realizar o experimento com os alunos:
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| Introdução | |
| No nosso cotidiano são inúmeros os acontecimentos que desconhecemos suas causas, são situações simples, que passam despercebidas ou que não apresentamos interesse em desvendá-las. Você já deve ter visto alguma reportagem sobre acidentes ambientais, onde ocorre um vazamento no casco de grandes navios e estes deixam vazar petróleo nas águas do mar, mas você já se perguntou por que o petróleo/óleo fica na superfície da água? Esta resposta você pode encontrar estudando a densidade dos materiais. Todo material possui sua densidade, que é a massa por unidade de volume de uma substância. O cálculo da densidade é feito pela divisão da massa do objeto por seu volume, isto é, a densidade existe para determinar a quantidade de matéria que está presente em uma determinada unidade de volume. A densidade dos sólidos e líquidos é expressa em gramas por centímetro cúbico (g/cm3). | |
| Material | |
Para facilitar a realização do experimento e permitir que o aluno o reproduza
em sua residência é preferível utilizar materiais de fácil acesso a todos, como
produtos que podemos encontrar em nossas casas.Caso sejam utilizados materiais
de laboratório, deve-se citar algum que seja proporcional a este. EX. Béquer =
copo de vidro, medidas de volume = xícaras, etc.
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| Montagem | |
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| Procedimento | |
Para que todos os alunos participem da atividade é aconselhável solicitar que
cada um realiza uma das etapas do procedimento.
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| Hipóteses | |
| Posso mudar a ordem de inclusão dos líquidos? Teremos o mesmo resultado? | |
| Elementos Para Testar as Hipóteses | |
| Caso haja material suficiente, permita que o grupo repita a experiência colocando os líquidos no copo na ordem que desejarem. | |
| Ações dos Alunos | |
| Participar de todas as etapas do experimento e observar seu resultado. | |
| Observações | |
| Independentemente da ordem pela qual os líquidos sejam colocados no recipiente, eles vão sempre ocupar a mesma posição de acordo com a sua densidade. Recolhendo um volume igual para cada um dos líquidos analisados, o volume recolhido de líquido mais denso seria o que apresentava maior quantidade de matéria (massa), sendo por isso o mais pesado. | |
| Resultados | |
| Os alunos perceberão que os líquidos não se misturam e um se sobrepõe ao outro, formando camadas facilmente visualizadas devidos a coloração diferenciada dos líquidos. | |
| Discussão de Conteúdo | |
| O ocorrido deve-se a diferente densidade dos líquidos, onde o álcool é o líquido com menor densidade permanecendo no topo das camadas, a água é o líquido mais denso entre os três permanecendo no fundo do copo e o óleo com densidade intermediaria à densidade do álcool e da água, permanecendo entre estas duas camadas. | |
| Dicas | |
| Este conteúdo integra o tema Densidade dos Materiais, sejam eles sólidos, líquidos ou gasosos. Cabe ao professor adequar a realização deste experimento dentro de seu planeamento de aula de forma a não negligenciar os demais conteúdos a serem abordados dentro do tema citado. | |
| Noções Científicas | |
| Densidade dos Líquidos, Volume e Massa. | |
| Habilidades | |
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| Atividade Experimental | |
| Demonstração,Experimentação,Laboratório,Instrumentos de observação,Instrumentos de medição,Simulação,Análise de dados,Materiais alternativos | |
| Atividades de Ciências da Natureza | |
| Atividades desenvolvidas por alunos de graduação do curso de Licenciatura em Ciências da Natureza para o Ensino Fundamental, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP. |
Queridos alunos e amigos...
A CRIATIVIDADE É UMA FORÇA QUE DORME DENTRO DA GENTE!
MAS, PODE SER ACORDADA DE VÁRIAS MANEIRAS
PORÉM, MOTIVAÇÃO E EXPERIMENTAÇÃO SÃO OS PRINCIPAIS INSTRUMENTOS PARA ESSE "ACORDAR"!
SEJAM BEM VINDOS!PROFESSORA ROSANE SANTOS
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
EXPERIMENTO - DENSIDADE DOS LÍQUIDOS - PROFESSORA ROSANE SANTOS
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
EQUIPE CAMPEÃ - MOSTRA BRASILEIRA DE FOGUETES - 2012 - PROFESSORA ROSANE SANTOS
OLIMPÍADA BRASILEIRA DE FOGUESTES - 2012
A EQUIPE CAMPEÃ DO RIO DE JANEIRO
É DE RESENDE!!!!!!!!!!!!!!!
ASSISTA O VÍDEO!!!!!!
OLIMPÍADA BRASILEIRA DE FOGUESTES - 2012
GOSTOU?????
ENTÃO COMENTE!!!!!!!!!
OBA - OLIMPÍADA BRASILEIRA DE ASTRONOMIA E ASTRONÁUTICA - 2013 - PROFESSORA ROSANE SANTOS
Introdução
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica abre inscrições para a edição 2013
A OBA já conta, até hoje, com quase 5 milhões de participantes. Em 2012, a olimpíada distribuiu mais de 32 mil medalhas e reuniu cerca de 800 mil alunos de aproximadamente 9 mil escolas de todas as regiões do Brasil, envolvendo 64 mil professores. A expectativa desse ano é ultrapassar a marca de 1 milhão de participantes.
- As questões serão, em sua maioria, de raciocínio lógico. E, muitas vezes, a resposta poderá até constar nos enunciados de outras questões da mesma prova. Nossa missão principal é levar a maior quantidade de informações sobre astronomia e astronáutica, além de instigar o interesse dos jovens pelas ciências espaciais - explica.
Os estudantes mais bem classificados nesse ano vão integrar as equipes que representarão o país nas olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica de 2014. Além disso, os participantes da edição desse ano vão concorrer a vagas nas Jornadas Espacial, de Energia, de Foguetes e no Space Camp. Nesses eventos, os alunos recebem material didático, assistem a palestras de especialistas e ainda podem ganhar uma bolsa de iniciação científica.
Organização
A OBA é coordenada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB). O grupo responsável é constituído pelos astrônomos João Batista Garcia Canalle (UERJ), Thaís Mothé-Diniz (UFRJ), Douglas Falcão (MAST/MCTI), Jaime Fernando Villas da Rocha (UNIRIO) e pelo engenheiro aeroespacial José Bezerra Pessoa Filho (IAE).
A OBA ainda organiza, desde 2009, os Encontros Regionais de Ensino de Astronomia (EREAs). São promovidos de 10 a 12 encontros por ano. O programa é realizado com parcerias locais e principalmente com recursos obtidos junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Quem desejar organizar um EREA em sua região, basta entrar em contato com a secretaria (oba.secretaria@gmail.com).
domingo, 3 de fevereiro de 2013
DRAGÃO AZUL - PROFESSORA ROSANE SANTOS
DRAGÃO AZUL
Conheçam o Dragão Azul (Glaucus atlanticus). Esse cara é um molusco marinho. Parente do polvo, da lula, dos caramujos e das lesmas.
Lembre que muitos moluscos (animais de corpo mole) possuem uma peça bucal raspadora chamada de Rádula. Palavrinha frequente nos vestibulares.
Lembre que muitos moluscos (animais de corpo mole) possuem uma peça bucal raspadora chamada de Rádula. Palavrinha frequente nos vestibulares.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
CARBONO 14 E URÂNIO 238 - PARA MEDIR A IDADE DOS FÓSSEIS - PROFESSORA ROSANE SANTOS
CARBONO 14 E URÂNIO 238
Fóssil
Como
se realiza a prova do Carbono 14 para conhecer a idade dos
restos encontrados por paleontólogos?
A
técnica do carbono-14 foi descoberta nos anos quarenta por Willard Libby. Ele
percebeu que a quantidade de carbono-14 dos tecidos orgânicos mortos diminui a
um ritmo constante com o passar do tempo. Assim, a medição dos valores de
carbono-14 em um objeto fóssil nos dá pistas muito exata sdos anos decorridos
desde sua morte.
Esta técnica
é aplicável à madeira, carbono, sedimentos orgânicos, ossos, conchas marinhas -
ou seja todo material que conteve carbono em alguma de suas formas. Como o exame
se baseia na determinação de idade através da quantidade de carbono-14 e que
esta diminui com o passar do tempo, ele só pode ser usado para datar amostras
que tenham entre 50 mil e 70 mil anos de idade.
A
radioatividade do carbono 14
Libby, que era químico, utilizou em 1947
um contador Geiger para medir a radioatividade do C-14 existente em vários
objetos. Este é um isótopo radioativo instável, que decai a um ritmo
perfeitamente mensurável a partir da morte de um organismo vivo. Libby usou
objetos de idade conhecida (respaldada por documentos históricos), e comparou
esta com os resultados de sua radiodatação. Os diferentes testes realizados
demonstraram a viabilidade do método até cerca de 70 mil anos.O C-14 se
produz pela ação dos raios cósmicos sobre o nitrogênio-14 e é absorvido pelas
plantas. Quando estas são ingeridas pelos animais, o C-14 passa aos tecidos,
onde se acumula. Ao morrer, este processo se detêm e o isótopo começa a
desintegrar-se para converter-se de novo em nitrogênio-14. A partir desse
momento, a quantidade de C-14 existente em um tecido orgânico se dividirá pela
metade a cada 5.730 anos. Cerca de 50 mil anos depois, esta quantidade começa a
ser pequena demais para uma datação precisa.
Depois de uma extração, o
objeto a datar deve ser protegido de qualquer contaminação que possa mascarar os
resultados. Feito isto, se leva ao laboratório onde se contará o número de
radiações beta produzidas por minuto e por grama de material. O máximo são 15
radiações beta, cifra que se dividirá por dois por cada período de 5.730 anos de
idade da amostra.
Fonte: Portal Terra.Com
Urânio 238 para medir a idade das
rochas
Granito
A idade das rochas é
determinada a partir da análise de elementos químicos instáveis presentes nelas.
Tais elementos são assim chamados por passarem por um processo de decaimento
radioativo. Isto é, eles liberam partículas permanentemente até que o núcleo
atômico se torne mais estável que de início. Durante esse processo, o elemento
muda seu número atômico, o que faz com que ele se transforme em outro elemento
químico. É o caso do urânio (U), que libera partículas até se transformar em
chumbo (Pb).
Conhecida a
velocidade com que ocorre essa transformação, é possível
determinar há quanto tempo o processo está acontecendo em uma determinada rocha.
Para isso, obtém-se uma amostra mineral que incorporou apenas o urânio
(elemento-pai) na sua formação. Com o passar do tempo, esse elemento decaiu
gerando chumbo (elemento-filho). Assim, mede-se a razão atual entre o
elemento-pai e o elemento-filho.
Quanto menor essa razão,
mais antiga é a rocha, pois mais tempo se passou e mais elemento-filho foi
gerado. Desse modo, chegamos à idade absoluta da rocha. Na datação, utiliza-se o
conceito de meia-vida, que é o tempo que metade de um elemento precisa para se
transformar em outro. No caso do urânio 235, a meia-vida é de, aproximadamente,
700 milhões de anos. Já no urânio 238, são necessários 4,5 bilhões de anos para
que metade do elemento se transforme em chumbo.
O método urânio-chumbo é
o mais utilizado para determinar quantos anos tem uma rocha – e, por sinal, é
usado para conhecer a idade da Terra. A mesma metodologia pode ser usada com outros elementos, como o rubídio (Rb), que se transforma em
estrôncio (Sr).
Fonte:
Ciênciahoje.uol.com
FÓSSEIS - PROFESSORA ROSANE SANTOS

FÓSSEIS
Os fósseis são restos ou vestígios de seres vivos (animais ou vegetais)
que foram preservados até a atualidade por milhares ou até milhões de anos.
Esta conservação do fóssil ocorre graças aos fenômenos da natureza (gelo,
argila. aridez do solo). Esta conservação acontece de forma natural.
Exemplo de formação de um fóssil: um peixe que morreu há três milhões de
anos atrás, pode ter sido preservado pelo processo de petrificação (em pedra,
argila ou rocha) até a atualidade. Ao escavar um sítio arqueológico, o
arqueólogo descobre este fóssil que será muito importante para o estudo de um
período do planeta.
Além da conservação em
rochas e pedras, os seres vivos podem ser transformados em fósseis pelo processo
de congelamento ou conservação em âmbar (resina fóssil de origem vegetal). Neste
último caso é comum encontrarmos fósseis de insetos. Os ossos humanos e de
animais, que viveram há muitos anos atrás, também são considerados
fósseis.
Na maioria das vezes, a
matéria orgânica do fóssil, principalmente dos preservados em pedras e rochas,
não existem mais. Fica apenas o formato do animal ou vegetal. Quando há
vestígios de matéria orgânica é possivel fazer a datação através do processo do
Carbono 14.
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