Queridos alunos e amigos...


A CRIATIVIDADE É UMA FORÇA QUE DORME DENTRO DA GENTE!


MAS, PODE SER ACORDADA DE VÁRIAS MANEIRAS


PORÉM, MOTIVAÇÃO E EXPERIMENTAÇÃO SÃO OS PRINCIPAIS INSTRUMENTOS PARA ESSE "ACORDAR"!

SEJAM BEM VINDOS!


PROFESSORA ROSANE SANTOS

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

EXPERIMENTO - DENSIDADE DOS LÍQUIDOS - PROFESSORA ROSANE SANTOS

Densidade dos Líquidos
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Resumo
A densidade determina a quantidade de matéria que está presente em uma unidade de volume. De forma prática, o experimento elucida a teoria de maneira a fazer os alunos se questionarem porque um liquido flutua sobre o outro mostrando que a mesma quantidade de volume de diferentes líquidos podem possuir diferentes pesos.
Objetivos
Possibilitar que os alunos questionem, analisem e compreendam porquê alguns líquidos flutuam sobre outros.
Estrutura da Atividade

  • Contextualização: o que é densidade;
  • Montagem do experimento;
  • Discussão sobre os possíveis resultados.
Organização da Classe
De acordo com os materiais disponíveis, sejam eles trazidos pelos alunos ou cedidos pela escola, a classe pode ser organizada em pequenos grupos (máximo 5 alunos) para facilitar a visualização dos resultados obtidos pelo experimento.
Formas de Registro
Antes de realizar o experimento com os alunos:
  • Solicite que eles escrevam um breve relato de qual seria o motivo pelo qual óleo fica na superfície da água.
Após a realização do experimento:
  • Solicite que os alunos confeccionam um trabalho/pesquisa mais elaborado em casa. O trabalho deve conter ilustrações feitas por eles mesmos das etapas que foram realizadas no experimento, descrição dos procedimentos e o resultado obtido e pesquisa sobre a densidade de outros líquidos, além dos envolvidos no experimento.
Introdução
No nosso cotidiano são inúmeros os acontecimentos que desconhecemos suas causas, são situações simples, que passam despercebidas ou que não apresentamos interesse em desvendá-las. Você já deve ter visto alguma reportagem sobre acidentes ambientais, onde ocorre um vazamento no casco de grandes navios e estes deixam vazar petróleo nas águas do mar, mas você já se perguntou por que o petróleo/óleo fica na superfície da água? Esta resposta você pode encontrar estudando a densidade dos materiais. Todo material possui sua densidade, que é a massa por unidade de volume de uma substância. O cálculo da densidade é feito pela divisão da massa do objeto por seu volume, isto é, a densidade existe para determinar a quantidade de matéria que está presente em uma determinada unidade de volume. A densidade dos sólidos e líquidos é expressa em gramas por centímetro cúbico (g/cm3).
Material
Para facilitar a realização do experimento e permitir que o aluno o reproduza em sua residência é preferível utilizar materiais de fácil acesso a todos, como produtos que podemos encontrar em nossas casas.Caso sejam utilizados materiais de laboratório, deve-se citar algum que seja proporcional a este. EX. Béquer = copo de vidro, medidas de volume = xícaras, etc.
  • um copo alto de vidro
  • uma medida de óleo de cozinha ou azeite
  • uma medida de água
  • uma medida de álcool etílico
  • uma colher de tinta guache
A medida a ser utilizada dos líquidos deve ser a mesma, podendo ser estipulada em ml ou xícaras, por exemplo.
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Figura 1
Montagem

  • Dispor os ingredientes sobre a bancada ou mesa;
  • Adicionar a tinta guache à água;
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    Figura 2
Procedimento
Para que todos os alunos participem da atividade é aconselhável solicitar que cada um realiza uma das etapas do procedimento.
  1. Derramar a água colorida no copo do experimento;
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    Figura 3
  2. Com o copo levemente inclinado adicionar o óleo, derramando-o pela lateral do copo;
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    Figura 4
  3. Ainda com o copo inclinado adicionar o álcool da mesma forma, derramando-o pela lateral do copo;
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    Figura 5
  4. Deixar o copo em repouso sobre a bancada;
  5. Observar o comportamento dos líquidos.
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    Figura 6
Hipóteses
Posso mudar a ordem de inclusão dos líquidos? Teremos o mesmo resultado?
Elementos Para Testar as Hipóteses
Caso haja material suficiente, permita que o grupo repita a experiência colocando os líquidos no copo na ordem que desejarem.
Ações dos Alunos
Participar de todas as etapas do experimento e observar seu resultado.
Observações
Independentemente da ordem pela qual os líquidos sejam colocados no recipiente, eles vão sempre ocupar a mesma posição de acordo com a sua densidade. Recolhendo um volume igual para cada um dos líquidos analisados, o volume recolhido de líquido mais denso seria o que apresentava maior quantidade de matéria (massa), sendo por isso o mais pesado.
Resultados
Os alunos perceberão que os líquidos não se misturam e um se sobrepõe ao outro, formando camadas facilmente visualizadas devidos a coloração diferenciada dos líquidos.
Discussão de Conteúdo
O ocorrido deve-se a diferente densidade dos líquidos, onde o álcool é o líquido com menor densidade permanecendo no topo das camadas, a água é o líquido mais denso entre os três permanecendo no fundo do copo e o óleo com densidade intermediaria à densidade do álcool e da água, permanecendo entre estas duas camadas.
Dicas
Este conteúdo integra o tema Densidade dos Materiais, sejam eles sólidos, líquidos ou gasosos. Cabe ao professor adequar a realização deste experimento dentro de seu planeamento de aula de forma a não negligenciar os demais conteúdos a serem abordados dentro do tema citado.
Noções Científicas
Densidade dos Líquidos, Volume e Massa.
Habilidades

  • Coordenação motora para adicionar os líquidos no recipiente;
  • Participação/curiosidade nos questionamentos que antecedem a realização do experimento;
  • Trabalho em equipe;
  • Observação;
  • Desenho;
  • Descrição do experimento;
  • Iniciativa para realizar a pesquisa solicitada após o experimento.
Atividade Experimental
Demonstração,Experimentação,Laboratório,Instrumentos de observação,Instrumentos de medição,Simulação,Análise de dados,Materiais alternativos
Atividades de Ciências da Natureza
Atividades desenvolvidas por alunos de graduação do curso de Licenciatura em Ciências da Natureza para o Ensino Fundamental, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

EQUIPE CAMPEÃ - MOSTRA BRASILEIRA DE FOGUETES - 2012 - PROFESSORA ROSANE SANTOS

OLIMPÍADA BRASILEIRA DE FOGUESTES - 2012
A EQUIPE CAMPEÃ DO RIO DE JANEIRO
É DE RESENDE!!!!!!!!!!!!!!!

ASSISTA O VÍDEO!!!!!!
OLIMPÍADA BRASILEIRA DE FOGUESTES - 2012
 
GOSTOU?????
ENTÃO COMENTE!!!!!!!!! 

ROSAS DE BATATAS FRITAS - PROFESSORA ROSANE SANTOS

ROSAS DE BATATAS FRITAS 
 
 APRENDA A FAZER


























GOSTOU??????????????
ENTÃO COMENTE!!!!!!!!!!!!

OBA - OLIMPÍADA BRASILEIRA DE ASTRONOMIA E ASTRONÁUTICA - 2013 - PROFESSORA ROSANE SANTOS

Introdução

Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica abre inscrições para a edição 2013

Rio - Já estão abertas as inscrições para a 16ª edição da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Podem participar alunos dos ensinos fundamental e médio de escolas públicas e particulares - urbanas e rurais - de todo o país. O prazo vai até o dia 13 de março e as provas acontecem no dia 10 de maio (sexta-feira), nas próprias escolas. As instituições que ainda não participaram devem se inscrever pelo site da olimpíada (http://www.oba.org.br) ou através das fichas de cadastros enviadas a todas as escolas ainda não participantes.

A OBA já conta, até hoje, com quase 5 milhões de participantes. Em 2012, a olimpíada distribuiu mais de 32 mil medalhas e reuniu cerca de 800 mil alunos de aproximadamente 9 mil escolas de todas as regiões do Brasil, envolvendo 64 mil professores. A expectativa desse ano é ultrapassar a marca de 1 milhão de participantes.

A olimpíada é dividida em quatro níveis. Os três primeiros são para alunos do fundamental. E o quarto, para o ensino médio. As medalhas serão distribuídas conforme a pontuação obtida pelo aluno na prova, nos quatro diferentes níveis.
Segundo o astrônomo e coordenador nacional da OBA, Dr. João Canalle, cada prova será constituída de dez perguntas: cinco de Astronomia, três de Astronáutica e duas de Energia.

- As questões serão, em sua maioria, de raciocínio lógico. E, muitas vezes, a resposta poderá até constar nos enunciados de outras questões da mesma prova. Nossa missão principal é levar a maior quantidade de informações sobre astronomia e astronáutica, além de instigar o interesse dos jovens pelas ciências espaciais - explica.

Canalle ressalta que a OBA não tem como finalidade criar rivalidade entre as escolas ou promover competição entre cidades ou estados: “O trabalho tem como alvo promover a disseminação dos conhecimentos básicos de forma lúdica e cooperativa entre professores e alunos, além de mantê-los atualizados”.

Os estudantes mais bem classificados nesse ano vão integrar as equipes que representarão o país nas olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica de 2014. Além disso, os participantes da edição desse ano vão concorrer a vagas nas Jornadas Espacial, de Energia, de Foguetes e no Space Camp. Nesses eventos, os alunos recebem material didático, assistem a palestras de especialistas e ainda podem ganhar uma bolsa de iniciação científica.

Organização

A OBA é coordenada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB). O grupo responsável é constituído pelos astrônomos João Batista Garcia Canalle (UERJ), Thaís Mothé-Diniz (UFRJ), Douglas Falcão (MAST/MCTI), Jaime Fernando Villas da Rocha (UNIRIO) e pelo engenheiro aeroespacial José Bezerra Pessoa Filho (IAE).

A OBA ainda organiza, desde 2009, os Encontros Regionais de Ensino de Astronomia (EREAs). São promovidos de 10 a 12 encontros por ano. O programa é realizado com parcerias locais e principalmente com recursos obtidos junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Quem desejar organizar um EREA em sua região, basta entrar em contato com a secretaria (oba.secretaria@gmail.com).

domingo, 3 de fevereiro de 2013

DRAGÃO AZUL - PROFESSORA ROSANE SANTOS

DRAGÃO AZUL

Conheçam o Dragão Azul (Glaucus atlanticus). Esse cara é um molusco marinho. Parente do polvo, da lula, dos caramujos e das lesmas.

Lembre que muitos moluscos (animais de corpo mole) possuem uma peça bucal raspadora chamada de Rádula. Palavrinha frequente nos vestibulares.
 Conheçam o Dragão Azul (Glaucus atlanticus). Esse cara é um molusco marinho. Parente do polvo, da lula, dos caramujos e das lesmas.

Lembre que muitos moluscos (animais de corpo mole) possuem uma peça bucal raspadora chamada de Rádula. Palavrinha frequente nos vestibulares.
 

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

CARBONO 14 E URÂNIO 238 - PARA MEDIR A IDADE DOS FÓSSEIS - PROFESSORA ROSANE SANTOS


CARBONO 14 E URÂNIO 238
PARA MEDIR A IDADE DOS FÓSSEIS E DAS ROCHAS  (RESPECTIVAMENTE)

Fóssil

Como se realiza a prova do Carbono 14 para conhecer a idade dos restos encontrados por paleontólogos?
A técnica do carbono-14 foi descoberta nos anos quarenta por Willard Libby. Ele percebeu que a quantidade de carbono-14 dos tecidos orgânicos mortos diminui a um ritmo constante com o passar do tempo. Assim, a medição dos valores de carbono-14 em um objeto fóssil nos dá pistas muito exata sdos anos decorridos desde sua morte.



Esta técnica é aplicável à madeira, carbono, sedimentos orgânicos, ossos, conchas marinhas - ou seja todo material que conteve carbono em alguma de suas formas. Como o exame se baseia na determinação de idade através da quantidade de carbono-14 e que esta diminui com o passar do tempo, ele só pode ser usado para datar amostras que tenham entre 50 mil e 70 mil anos de idade.

A radioatividade do carbono 14

Libby, que era químico, utilizou em 1947 um contador Geiger para medir a radioatividade do C-14 existente em vários objetos. Este é um isótopo radioativo instável, que decai a um ritmo perfeitamente mensurável a partir da morte de um organismo vivo. Libby usou objetos de idade conhecida (respaldada por documentos históricos), e comparou esta com os resultados de sua radiodatação. Os diferentes testes realizados demonstraram a viabilidade do método até cerca de 70 mil anos.O C-14 se produz pela ação dos raios cósmicos sobre o nitrogênio-14 e é absorvido pelas plantas. Quando estas são ingeridas pelos animais, o C-14 passa aos tecidos, onde se acumula. Ao morrer, este processo se detêm e o isótopo começa a desintegrar-se para converter-se de novo em nitrogênio-14. A partir desse momento, a quantidade de C-14 existente em um tecido orgânico se dividirá pela metade a cada 5.730 anos. Cerca de 50 mil anos depois, esta quantidade começa a ser pequena demais para uma datação precisa.

Depois de uma extração, o objeto a datar deve ser protegido de qualquer contaminação que possa mascarar os resultados. Feito isto, se leva ao laboratório onde se contará o número de radiações beta produzidas por minuto e por grama de material. O máximo são 15 radiações beta, cifra que se dividirá por dois por cada período de 5.730 anos de idade da amostra.


Fonte: Portal Terra.Com

Urânio 238 para medir a idade das rochas
Granito
A idade das rochas é determinada a partir da análise de elementos químicos instáveis presentes nelas. Tais elementos são assim chamados por passarem por um processo de decaimento radioativo. Isto é, eles liberam partículas permanentemente até que o núcleo atômico se torne mais estável que de início. Durante esse processo, o elemento muda seu número atômico, o que faz com que ele se transforme em outro elemento químico. É o caso do urânio (U), que libera partículas até se transformar em chumbo (Pb).
Conhecida a velocidade com que ocorre essa transformação, é possível determinar há quanto tempo o processo está acontecendo em uma determinada rocha. Para isso, obtém-se uma amostra mineral que incorporou apenas o urânio (elemento-pai) na sua formação. Com o passar do tempo, esse elemento decaiu gerando chumbo (elemento-filho). Assim, mede-se a razão atual entre o elemento-pai e o elemento-filho.
Quanto menor essa razão, mais antiga é a rocha, pois mais tempo se passou e mais elemento-filho foi gerado. Desse modo, chegamos à idade absoluta da rocha. Na datação, utiliza-se o conceito de meia-vida, que é o tempo que metade de um elemento precisa para se transformar em outro. No caso do urânio 235, a meia-vida é de, aproximadamente, 700 milhões de anos. Já no urânio 238, são necessários 4,5 bilhões de anos para que metade do elemento se transforme em chumbo.
O método urânio-chumbo é o mais utilizado para determinar quantos anos tem uma rocha – e, por sinal, é usado para conhecer a idade da Terra. A mesma metodologia pode ser usada com outros elementos, como o rubídio (Rb), que se transforma em estrôncio (Sr).
Fonte: Ciênciahoje.uol.com

FÓSSEIS - PROFESSORA ROSANE SANTOS


FÓSSEIS



Os fósseis são restos ou vestígios de seres vivos (animais ou vegetais) que foram preservados até a atualidade por milhares ou até milhões de anos. Esta conservação do fóssil ocorre graças aos fenômenos da natureza (gelo, argila. aridez do solo). Esta conservação acontece de forma natural.

Exemplo de formação de um fóssil: um peixe que morreu há três milhões de anos atrás, pode ter sido preservado pelo processo de petrificação (em pedra, argila ou rocha) até a atualidade. Ao escavar um sítio arqueológico, o arqueólogo descobre este fóssil que será muito importante para o estudo de um período do planeta.



Além da conservação em rochas e pedras, os seres vivos podem ser transformados em fósseis pelo processo de congelamento ou conservação em âmbar (resina fóssil de origem vegetal). Neste último caso é comum encontrarmos fósseis de insetos. Os ossos humanos e de animais, que viveram há muitos anos atrás, também são considerados fósseis.
Na maioria das vezes, a matéria orgânica do fóssil, principalmente dos preservados em pedras e rochas, não existem mais. Fica apenas o formato do animal ou vegetal. Quando há vestígios de matéria orgânica é possivel fazer a datação através do processo do Carbono 14.

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