Queridos alunos e amigos...
A CRIATIVIDADE É UMA FORÇA QUE DORME DENTRO DA GENTE!
MAS, PODE SER ACORDADA DE VÁRIAS MANEIRAS
PORÉM, MOTIVAÇÃO E EXPERIMENTAÇÃO SÃO OS PRINCIPAIS INSTRUMENTOS PARA ESSE "ACORDAR"!
SEJAM BEM VINDOS!PROFESSORA ROSANE SANTOS
sábado, 19 de abril de 2025
segunda-feira, 20 de março de 2023
sábado, 4 de setembro de 2021
Experimento 2: COMPROVANDO A DIFERENÇA ENTRE SENSAÇÃO TÉRMICA,
TEMPERATURA, CALOR E EQUILÍBRIO TÉRMICO
PROFESSORA ROSANE SANTOS
Introdução:
É possível demonstrar que sensação térmica, temperatura,
calor e equilíbrio térmico, são conceitos completamente diferentes. Isso pode
ser comparado por meio de um experimento bastante simples, realizado pelo
filósofo John Locke (1623-1704), sobre a transferência de calor.
Neste experimento será verificado
a temperatura de dois corpos utilizando um dos sentidos humanos - o tato. E, as
diferentes formas de se sentir, a troca de calor.
Objetivos:
· Diferenciar
sensação térmica e temperatura.
· Compreender
o que é equilíbrio térmico.
Estratégias e recursos da aula:
·
Atividade de investigação / Questionamentos /
Exibição de vídeo ou álbum de fotografias.
Material:
· Três
recipientes do mesmo tamanho.
· Água
(fria, morna e quente)
Procedimento:
· Coloque as duas mãos na água morna (Fig. 4) por no máximo dez segundos.
· O que foi sentido em cada
mão?
· A mão direita recebeu ou
perdeu calor? E a esquerda?
· Por acaso a temperatura da
água (a sensação térmica) está diferente para cada mão?
· Descreva os conceitos de: sensação térmica, temperatura, calor e equilíbrio térmico.
Experimento 1 – MÁQUINAS MODERNAS E
O DESAFIO DA SUSTENTABILIDADE
professora rosane santos
Introdução:
As
máquinas estão cada vez mais adaptadas para atender às necessidades da
sociedade. A geração atual tem um grande desafio ao: desenvolver máquinas que
não dependam apenas de petróleo e carvão mineral, recursos naturais não
renováveis. Assim, o desenvolvimento de máquinas que utilizem fontes renováveis
é muito importante, pois conserva os recursos naturais e ameniza os impactos
ambientais decorrentes do uso de petróleo e carvão mineral, contribuindo para o
equilíbrio dos ecossistemas.
O termo
sustentabilidade começou a ser propagado na década de 1980, quando se intensificou
o debate global sobre as problemáticas ambientais, como as mudanças climáticas,
a perda de biodiversidade e a degradação dos recursos naturais.
A manutenção preventiva é um conjunto de ações de controle e
monitoramento aplicadas para conservar um determinado bem nas melhores
condições possíveis. Por isso, é uma estratégia voltada a bens móveis como do
seu automóvel. É melhor “prevenir é melhor do que remediar”. Assim, quando
adotamos uma postura preventiva, estamos nos colocando em posição de evitar que
um mal maior aconteça.
Objetivo:
·
Minimizar a possibilidade de interrupção imprevista
de uma linha de produção ou de grandes avarias, descobrindo eventuais condições
que possam levar a isso e tornar o automóvel, sempre pronto para uso. Além de
manter a eficiência produtiva dos equipamentos e máquinas em níveis ideais de
sustentabilidade.
Material:
·
Pedaço de tecido de algodão.
·
Elástico ou barbante prender o tecido no cano de
descarga do carro.
Estratégias e recursos da aula:
·
Atividade de investigação.
·
Questionamentos.
·
Atividades individuais.
·
Exibição de vídeo ou álbum de fotografias.
Procedimento:
·
Amarrar o tecido de algodão com o barbante no cano
de descarga do carro do seu responsável que será utilizado.
·
Após algum tempo, esperar o cano de descarga
esfriar e retirar o tecido.
·
Fazer observação: O que aconteceu?
·
Fazer relatório (aula remota – postar foto no Teams
/ aula presencial – entregar em folha de tarefa).
Conclusão: Fazer um “Relatório”
respondendo as seguintes perguntas:
·
O tecido saiu limpo
ou sujo?
·
Se saiu sujo, por
que você acredita que isso acontece?
·
Se
sair uma fumaça preta e manchar o tecido, por que isso aconteceu?
·
Como
é formada a fumaça preta que sai pelo cano de descarga de alguns carros?
·
Você
acredita que essa fumaça preta que sai pelo “escapamento” incomoda as pessoas?
Justifique.
·
O
que poderia ser feito para resolver esse problema?
AULA
PRÁTICA: TESTANDO A EFICÁCIA DOS DESINFETANTES
PROFESSORA
ROSANE SANTOS
INTRODUÇÃO
É muito comum a utilização de desinfetantes para deixar os ambientes limpos e cheirosos. Mas será que esses produtos são realmente eficientes para a eliminação de microrganismos?
Com esse teste descrito logo a seguir, você poderá avaliar essa eficiência, observando a presença de microrganismos em superfícies, antes e depois do tratamento com desinfetantes.
MATERIAL:
· Desinfetantes de diversas marcas
· Placas de Petri com meio de cultura (Fase 1)
·
Swabs (espécies de cotonetes utilizados para Meios de cultura) ou cotonetes
·
Sal – 1 Kg
·
Solução salina estéril (ferver a água e colocar sal)
·
Álcool ou desinfetante ou água sanitária ( 1 copo)
·
Vela - 1 unidade
·
Fósforo – 1 caixa
PROCEDIMENTOS:
FASE 1 – PREPARO DOS MEIOS DE CULTURAS E PLACAS
1.
Gelatina incolor (1 unidade).
2.
Caldo de carne. (1 xícara - pode ser caldo Knorr dissolvido em água
quente)
3.
Água (1 copo)
PREPARO:
1.
Dissolver a gelatina incolor
na água, conforme instruções do pacote. Misturar ao caldo de carne.
2.
Distribua
os meios nas placas de petri e identifique-as como área suja e área tratada com
desinfetante
e controle.
FASE 2 – SELEÇÃO DO DESINFETANTE E ÁREA A SER
TESTADA
. Escolha um ou mais desinfetantes.
. Você poderá testar qualquer superfície como: chão, bancadas, mesas, pias, maçanetas, bebedouros, etc.
. Na superfície escolhida devem ser marcadas duas áreas de aproximadamente 10 cm2.
. Uma área, denominada “limpa”, que será tratada com álcool, desinfetante e/ou água sanitária, durante 10 a
15 minutos, e outra área, denominada “suja”, onde não será aplicado esse produto.
Fase 3
· Próximo da chama da vela , molhe o cotonete
na solução salina e passe na “área suja”.
· Depois passe o cotonete no meio de cultura.
FASE 4
·
Na “área limpa” coloque um pouco do
desinfetante e espalhe. Deixe agir por
10 a 15 minutos.
·
A
seguir, molhe outro cotonete na solução salina e passe na área.
·
Realizado
esse procedimento guarde as placas e após
uma semana observe o crescimento Microbiano.
FASE 5
·
Se
forem usados mais de um desinfetante,
na placa você deverá colocar o nome do
desinfetante para que se possa identificar no final.
EXEMPLOS DE RESULTADOS:
·
Primeiro
desinfetante – NOME DO DESINFETANTE - (eliminação completa de microrganismos ou
não)
·
Segundo
desinfetante – NOME DO DESINFETANTE - (foi ou não foi completamente eficiente)
·
Superfície
tratada com Álcool (eficiente ou não)
FASE 6 – o que aconteceU? (ESTE RESULTADO REFERE-SE
AS PLACAS ABAIXO)
Ao analisar as fotos observamos que, mesmo
após o tratamento com os produtos desinfetante, houve crescimento de alguns
organismos, mas, em geral, houve eliminação significativa de bactérias e
fungos.
·
O
primeiro desinfetante testado – NOME DO DESINFETANTE - eliminou totalmente os
organismos na área tratada.
·
O
segundo desinfetante não foi 100% eficiente. Mesmo após o tratamento da área
com o produto foi possível o crescimento de uma colônia bacteriana (em destaque
na foto).
·
O
mesmo aconteceu com o tratamento com o álcool - na área tratada - houve
crescimento de uma colônia de fungo.
Podemos ver que realmente os desinfetantes
são muito eficientes, mas nem todos são capazes de eliminar completamente os
microrganismos. Isso ocorre porque esses produtos destroem as formas mais
abundantes dos microrganismos (as formas vegetativas), mas as formas mais
resistentes (esporuladas) nem sempre são eliminadas.
LEMBRE-SE...
NÃO PODE HAVER BOM
RESULTADO ONDE
A DEDICAÇÃO NÃO ACOMPANHA A EXECUÇÃO.
reconhecendo o reino animal e o reino vegetal
PROFESSORA
ROSANE SANTOS
|
Animal |
Modo de vida: livre ou parasita? Aquático ou terrestre? |
Locomove-se ou vive fixo (Séssil)? Como se locomove? |
De que se alimenta? É herbívoro, carnívoro ou onívoro? |
Como se reproduz? De forma assexuada ou sexuada? |
|
Água-viva |
Livre. Aquático. |
|
|
|
|
Minhoca |
|
Rasteja no interior da
terra. |
|
|
|
Tênia |
|
|
Parasita. Alimenta-se de
nutrientes do intestino do hospedeiro |
|
|
Esponja |
|
|
|
Assexuada e sexuada |
Vamos fazer uma aula para observar
diferentes vegetais ao nosso redor.
Façam registros tomando notas
sobre as características de cada um: estruturas da planta que observa (flor,
fruto, semente, folha), hábitat, interação com outros seres vivos e
características do local (úmido, ensolarado, sombreado, seco).
Observe e anote dois vegetais
diferentes, que poderão ser um de cada grupo (briófita, pteridófita, gimnosperma
e angiosperma).
Preencha com as informações que
observou e investigue o que não souber responder.
Para cada vegetal, faça um desenho
explicativo.
|
vegetal |
Estruturas |
Características da planta |
Hábitat e grupo vegetal |
Como se reproduz? |
|
samambaia |
Não
têm semente, flores e frutos. |
|
|
|
|
musgo |
|
Plantas pequenas. Têm células reprodutivas (gametas) que se unem na fecundação |
Em ambientes umidos Pteridóficas |
|
|
fOLHAS (acerola) |
|
|
Todos os ambientes do planeta. Angiospermas |
|
|
PINHA (SEMENTES DA araucária ou
pinheiro do paraná) |
Seus vasos condutores são mais
desenvolvidos e permitem maior captação de nutrientes. Têm sementes, mas não
têm flores nem frutos. |
Algumas espécies atingem metros
de altura e grandes diâmetros. Parte
das folhas adaptadas para suportar
climas amenos e frios, evitando danos
pelo frio e reduzir a taxa de transpiração, colaborando para a economia de
água nas estações com baixa pluviosidade. |
As araucárias são pinheiros nativos típicos da Região Sul do país Gimnosperma |
Quando os cones ou estróbilos femininos, são fecundados pelos grãos de
pólen do estróbilo ou cone masculinos, formam-se os pinhões.. |